Coach Comportamental para TDAH
Uma das primeiras perguntas sobre tratamento é: precisarei de terapia? Vem então à cabeça a imagem de uma sala com divã, o cliente deitado falando, falando, falando... Pensa-se em um tratamento sem prazo para terminar e sem objetivos muito claros...
Nem todos os portadores de TDAH precisam de uma terapia comum ou Psicoterapia Comportamental-Cognitiva - isto vale para todas as pessoas. Fazer terapia é uma atividade que pode ser muito importante, por várias razões. Mesmo pessoas que não sofrem nenhum tipo de transtorno psiquiátrico podem obter muitos benefícios com ela.
Se nem todos as pessoas com TDAH precisam de Terapia, para que serve o Coach?
Adultos com déficit de atenção não formam um grupo homogêneo. Parte deles conseguiu - por esforço pessoal ou devido à sua estória pessoal de vida, ao ambiente em que foi criando - desenvolver estratégias que permitissem superar - ou pelo menos minimizar - o impacto negativo do transtorno. Outra parte, desafortunadamente, teve menos sucesso nestas tentativas. Estes são os adultos que precisam de tratamento.
Há algumas características centrais comuns aos adultos com TDAH. Estas características são prejudiciais à própria pessoa - normalmente são parte dos motivos que levam a buscar tratamento - e também às outras pessoas ao redor - família, parceiros de trabalho, amigos.
Dentre as características que são mais nocivas estão a impulsividade, baixa tolerância à frustração, variações súbitas de humor, desorganização, rigidez, inflexibilidade, dificuldade em encontrar satisfação e dificuldade em experimentar empatia.
São as interações - com pessoas e com o mundo ao nosso redor - que constituem-nos enquanto seres individuais, determinando nossa forma de pensar, agir e sentir. Infelizmente, no caso de adultos com TDAH, boa parte de sua história pessoal é repleta de interações com outras pessoas que produziram fortes impactos negativos sobre a auto-imagem e auto-estima.
O Coach Comportamental é uma atividade voltada para adultos. Tem por objetivo ajudar o cliente em questões específicas, ligadas a objetivos e metas pessoais. O foco do coach é mais limitado, comparado à terapia - é indicado quando as queixas do cliente são bem definidas e quando não há sofrimento emocional importante.
O Coach assemelha-se mais a um treinamento, com o objetivo de desenvolver uma habilidade específica. O coach age como um treinador, direcionando e estimulando o cliente com técnicas dirigidas aos objetivos do caso.
Para clientes com TDAH, o Coach pode incluir o desenvolvimento e aprimoramento das habilidades de gerenciamento / organização pessoal e do tempo, a capacidade de planejamento e tomada de decisão, o manejo do estresse e a assertividade, entre outros focos. Os objetivos do Coach são absolutamente individualizados, refletindo as necessidades únicas do cliente.
O IPDA - Instituto Paulista de Déficit de Atenção dispõe de programas de coach especialmente desenvolvidos para adultos com TDAH e co-morbidades:
** Coach para ampliação de potencial profissional
** Coach para melhoria de relacionamentos interpessoais e conjugais
** Coach para gerenciamento da vida doméstica e familiar (especial para mulheres)
Todos os programas de Coach do IPDA - Instituto Paulista de Déficit de Atenção - podem ser realizados em conjunto outros tratamentos: Biofeedback, Neurofeedback, Terapia Comportamental-Cognitiva ou medicação, a depender da avaliação do caso. Qualidade de Vida e PerformanceInstituto Paulista de Déficit de AtençãoSobre o IPDAHomeO que é TDAHDiagnosticar TDAHTestes OnlineTratar TDAHDepoimentosArtigosSaiu na MídiaCursos OnlineLoja VirtualBlog IPDAFale com a EspecialistaMarcar ConsultaÁrea Restrita
Cadastre-se
aquiNewsletterDDA - Info
Assine a Newsletter
do IPDARecomende este SiteFale com a Especialista
em TDAHCoaching para
Alta Performance
Life Coaching © 2007 - IPDA - Instituto Paulista
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
SETE CRENÇAS PROTETIVAS
1. AUTONOMIA – AJUDE-SE PRIMEIRO, E OS OUTROS O AJUDARÃO.
2. INDEPENDÊNCIA – NÃO FAÇA PELOS OUTROS AQUILO QUE ELES PODEM FAZER POR ELES MESMOS.
3. MORALIDADE NATURAL – NÃO FAÇA AOS OUTROS O
QUE NÃO QUER QUE ELES FAÇAM A VOCÊ.
4. EFEITO BUMERANG – O QUE VOCÊ FIZER AOS OUTROS VOLTARÁ PARA VOCÊ.
5. RESPEITO – NÃO ESPERE QUE TODOS DESEJEM O MESMO QUE VOCÊ.
6. AUTO- APLICAÇÃO – É IMPOSSÌVEL DOAR O QUE VOCÊ NÂO PODE DAR A SI MESMO.
7. LIMPEZA EMOCIONAL – LIVRE-SE DAS RELAÇÔES QUE IMPEDEM DE CRESCER.
1. AUTONOMIA – AJUDE-SE PRIMEIRO, E OS OUTROS O AJUDARÃO.
2. INDEPENDÊNCIA – NÃO FAÇA PELOS OUTROS AQUILO QUE ELES PODEM FAZER POR ELES MESMOS.
3. MORALIDADE NATURAL – NÃO FAÇA AOS OUTROS O
QUE NÃO QUER QUE ELES FAÇAM A VOCÊ.
4. EFEITO BUMERANG – O QUE VOCÊ FIZER AOS OUTROS VOLTARÁ PARA VOCÊ.
5. RESPEITO – NÃO ESPERE QUE TODOS DESEJEM O MESMO QUE VOCÊ.
6. AUTO- APLICAÇÃO – É IMPOSSÌVEL DOAR O QUE VOCÊ NÂO PODE DAR A SI MESMO.
7. LIMPEZA EMOCIONAL – LIVRE-SE DAS RELAÇÔES QUE IMPEDEM DE CRESCER.
PROGRAMAÇÃO NEUROLOLINGUÍSTICA
PNL é a programação do sistema nervoso através da linguagem e da comunicação, para alcançar resultados desejados.
O que a PNL propõe é que podemos fazer melhores escolhas, desde que para isto saibamos previamente o que e como fazer.
Utilizando os princípios da PNL é possível descrever como os seres humanos organizam e estruturam seus processos de: Pensamento,
Sentimento,
Comportamento e
Experiências sensoriais.
A PNL é um padrão de comunicação lingüística que induz a pessoa a construir ou reconstruir (Programação) uma informação ou experiência a nível neurológico (neuro).
FORMAÇÃO DA MENTE
Podemos dividir a mente basicamente em duas áreas: a mente consciente e a mente inconsciente.
O consciente é aquela parte de nossa mente que está relacionada com nossa atenção. Neste sentido, tem uma função bastante específica: o pensamento (organizar, julgar, decidir, discernir, raciocinar...)
Já o inconsciente, ocupa a maior parte da área mental. É como se fosse uma grande piscina (o inconsciente) ao lado de um copo d´água (o consciente). Seu funcionamento como um todo ainda é um mistério.
O que sabemos é que no inconsciente são gravadas nossas memórias. O conjunto delas forma sistemas complexos, que chamamos de Programas Internos.
Ao contrário do consciente, o inconsciente não faz diferença entre o REAL e o IMAGINÁRIO. Para que seja instalada uma nova memória – seja ela útil ou não – basta unir a um pensamento qualquer, uma forte emoção. Esta é a base da lógica para a instalação de uma memória..
A MODELAGEM
“...é o processo de observação e mapeamento dos comportamentos e atitudes das pessoas bem sucedidas e realizadoras.”(Tom Chung)
Durante o processo de modelagem, OBSERVAMOS atentamente o que a pessoa FAZ fisiológica e mentalmente em nível de pensamentos, sentimentos, comportamentos e estados, para produzir determinada experiência. Separamos cada passo do processo, descobrindo o encadeamento da estratégia da pessoa. Desta forma, o que temos nada mais é do que um manual de COMO fazer algo com a mesma precisão que outra pessoa o faria.
Período de Imprint (07) – Programação básica do Inconsciente.
O período de Modelagem ocorre entre os 07 e 14 anos, quando a criança começa a perceber que existem outras pessoas além dela mesma. Ela passa a observar o comportamento dos amigos, familiares e ídolos, e literalmente copia (modela) os mesmos. Os valores mais importantes acerca da vida, são formados durante esta fase. São baseados em ONDE você estava e NO QUE estava acontecendo ao seu redor.
Período de socialização (14 a 21) – Período onde o indivíduo forma seus valores sociais de relacionamentos, muitos dos quais são usados até o fim da vida.
Através da Modelagem podemos alcançar um outro processo – RAPPORT definido como “ o modo como as pessoas se relacionam onde existe confiança...” É uma atitude, uma ação. É modelar “o jeitão de outra pessoa”.
PRESSUPOSTOS DA PNL
1. Todos possuem um Modelo de Mundo (mapa mental da realidade), que utilizam como referência para interagir com a realidade externa e interna.
2. As experiências possuem uma estrutura (podem ser modificadas).
3. As pessoas já possuem todos os recursos de que necessitam.
4. Todo comportamento tem uma intenção positiva.
5. É impossível não se comunicar.
6. O significado da sua comunicação é a reação que você obtém.
7. Não existe fracasso, apenas resultados.
8. Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa.
9. Corpo e mente fazem parte do mesmo sistema.
10. Se uma pessoa pode fazer algo, você pode aprender a
fazê- lo também.
11. As pessoas são 100% responsáveis por seus pensamentos, comportamentos e, portanto, por seus resultados (causa - efeito).
12. Há sempre um novo pressuposto para aprender.
PERCEPÇÃO SENSORIAL
Compreendemos o mundo através de nossa Percepção Sensorial – visão, audição, tato, gustação e olfato. Ela serve como um sistema receptor, Canal de Entrada para as informações que nos chegam através das experiências.
ACUIDADE SENSORIAL
É a capacidade de fazer pequenas distinções entre os sistemas visual, auditivo, tátil, olfativo e gustativo. Tendemos a aperfeiçoar nossa Percepção Sensorial na mesma medida que expandimos e desenvolvemos nossa Acuidade Sensorial (quanto mais você, conseguir detalhes, mais você conseguirá perceber diferenças e semelhanças nos padrões comportamentais, emocionais e/ou lingüísticos).
RECURSOS
Acumulamos desde o nascimento, uma extraordinária quantidade de aprendizagem e habilidades que estão armazenadas e disponíveis em nosso cérebro e no nosso Sistema Nervoso. A estes aprendizados e habilidades adquiridas damos o nome de Recurso e estão disponíveis para nós a qualquer momento, desde quem saibamos acessá-los.
Em PNL, utilizamos dois tipos de recursos:
. Recursos Internos (estados emocionais).
. Recursos Externos (experiências).
Os recursos são os “equipamentos” que a pessoa necessita para trilhar um caminho – estratégia - que o conduza adequadamente ao seu objetivo (Estado Desejado).
SUBMODALIDADE.
A PNL possibilita uma forma de examinar o aprendizado humano, o que chamamos de Experiência Subjetiva
Experiência Subjetiva – Conjunto de aprendizagens, que estão alocadas em nossa Mente Inconsciente, em forma de (Memória Longa). O Conjunto destas memórias, forma sistemas complexos que identificam como Programas.
O cérebro é um Sistema de Arquivamento, e não um sistema para “reescrever” as informações ali contidas. Uma vez arquivada, não é possível apagar as informações, logo você não pode reescrever seu passado. O que você pode fazer sim é ensinar sua mente a percorrer um novo trajeto, dando numa nova direção.
Um dos objetivos da PNL é de que as pessoas apreendam a modificar sua própria experiência e a controlar o que acontece em sua mente.
Outra coisa que aprendemos a respeito do funcionamento do campo da mente, é que o cérebro não pode ser desligado, ou seja, ele está sempre em funcionamento. Se não for dado a ele uma atividade específica, ele continuará a funcionar por conta própria. A mente humana segue ordens. Depois que você, ou alguém colocar uma informação em sua mente, esta ficará “rodando” até que você, ou alguém, dê uma nova ordem, orientando-se a tomar uma nova direção.
‘Muitas pessoas são prisioneiras dos seus próprios cérebros... se você não indicar o caminho para que seu cérebro faça, ou bem ele irá fazer o caminho da melhor maneira que puder ou então outra pessoa indicará o caminho para você – e nem sempre com a melhor das intenções.
(“Usando a sua Mente –Bandler, R.).
A Mente Inconsciente funciona através de Submodalidades:
a) Submodalidade Visual (cor, brilho, luminosidade, movimento, tamanho da imagem, tamanho dos personagens em relação ao sujeito...)
b) Submodalidade Auditiva (com ou sem som, alto ou baixo, o volume, ritmo, vozes, eco...)
c) Submodalidade Cinestésica (temperatura, odor, carícia /tapa, sensação, emoção, sabor, deslocamento do ar/ vento,brisa...).
As submodalidades de uma experiência são os códigos que identificam o efeito e a intensidade do seu significado.
Ao modificar os códigos, você estará modificando a experiência do Modelo de Mundo.
A FORMAÇÃO DA LINGUAGEM-SISTEMA DIGITAL
A linguagem é uma representação da experiência humana, e não a experiência si, a linguagem é um modelo.
Utilizamos a linguagem de duas maneiras:
-para Representar o mundo internamento
- para Comunicar aos outros, o que foi representado.
Interferências:
-Generalizar (experiência em lei)
Ex: “Ele nunca me escuta”
- Omissão (focalizar em um aspecto da experiência em discernimento de outros)
Ex:” Ele me rejeitou”
Ex:”Ela é uma pessoa melhor”
Ex: Ela não me ouve”
-Distorção (mudar a realidade)
Ex:-“Ela não liga para mim.”
”Ele me odeia, pois ele não me olha”
“Se meu pai soubesse o quanto sofri, ele não teria feito isso.
RESSIGNIFICAÇÃO
É uma estratégia para dar um novo significado a experiências que aparecem em queixas do tipo:
“Sempre que o tipo X está no grupo, fico nervoso”
“Não consigo anotar nada, sou muito burro”
Para ressignificar,pergunte-se:
“Que outros significados poderiam ter esta experiência?”
PASSOS PARA ALCANÇAR OBJETIVOS PESSOAIS
“Se você não souber para onde está indo, pode terminar em outro lugar.”
(Yogi Berral)
Saber antecipadamente “o que quero” e “onde quero chegar”
Estado
Atual
Estado
Desejado
Um objetivo dentro do modelo da PNL deve ser especificado sempre de maneira positiva e afirmativa!
Preferenciador, orientado para o futuro. Por exemplo:
“Quero ter mais autoconfiança!”
“Quero ser mais organizado!”
“Quero melhorar meu relacionamento afetivo.”
Quando comparamos o Estado Atual com o Estado Desejado, é possível determinar que Habilidades e Recursos não necessários para atingir o Estado Desejado.
A fórmula da Mudança:
Estado
Atual
Recursos
Posteriormente devemos criar ESTRATÉGIAS que nos levam ao nosso objetivo.
Para alcançar objetivos Pessoais é preciso...
a) Motivação: ou desejo de....
b) Meios: ou o modo de..
c) Oportunidade: possibilidade de...
UM OBJETIVO E.S.P.E.R.T.A.O
“Meu objetivo é......................................?
specífico - quanto mais curta a frase, melhor.
imples e significativo - sem muitos detalhes
ositivo e presente - o objetivo deve ser afirmativo e no
tempo presente.
videnciado e ecológico - quais serão os sinais que você vai ver, sentir e ou escutar, que ele dará a evidência concreta de que você alcançou o que queria.Pergunte também a ecologia de forma que este não tenha NENHUMA conseqüência negativa para si e para os outros.
ealístico e responsável – o objetivo TEM que ser do tipo “realizável”. Você é o único responsável para que possa alcançar seu objetivo.
odas as área da vida: certifique-se de que seu objetivo produza efeito, que também atinja as outras áreas de sua vida.
fetivamente positivo: a diferença entre sucesso e fracasso não depende de nossa capacidade mas do estado mental e físico que vivenciamos em determinado momento. Para que este estado esteja funcionando de maneira adequada, é imperativo que o sujeito esteja num estado afetivamente positivo.
rientado no tempo: Date o objetivo, para que sua mente inconsciente saiba quando, onde e com quem deve acontecer.
PNL é a programação do sistema nervoso através da linguagem e da comunicação, para alcançar resultados desejados.
O que a PNL propõe é que podemos fazer melhores escolhas, desde que para isto saibamos previamente o que e como fazer.
Utilizando os princípios da PNL é possível descrever como os seres humanos organizam e estruturam seus processos de: Pensamento,
Sentimento,
Comportamento e
Experiências sensoriais.
A PNL é um padrão de comunicação lingüística que induz a pessoa a construir ou reconstruir (Programação) uma informação ou experiência a nível neurológico (neuro).
FORMAÇÃO DA MENTE
Podemos dividir a mente basicamente em duas áreas: a mente consciente e a mente inconsciente.
O consciente é aquela parte de nossa mente que está relacionada com nossa atenção. Neste sentido, tem uma função bastante específica: o pensamento (organizar, julgar, decidir, discernir, raciocinar...)
Já o inconsciente, ocupa a maior parte da área mental. É como se fosse uma grande piscina (o inconsciente) ao lado de um copo d´água (o consciente). Seu funcionamento como um todo ainda é um mistério.
O que sabemos é que no inconsciente são gravadas nossas memórias. O conjunto delas forma sistemas complexos, que chamamos de Programas Internos.
Ao contrário do consciente, o inconsciente não faz diferença entre o REAL e o IMAGINÁRIO. Para que seja instalada uma nova memória – seja ela útil ou não – basta unir a um pensamento qualquer, uma forte emoção. Esta é a base da lógica para a instalação de uma memória..
A MODELAGEM
“...é o processo de observação e mapeamento dos comportamentos e atitudes das pessoas bem sucedidas e realizadoras.”(Tom Chung)
Durante o processo de modelagem, OBSERVAMOS atentamente o que a pessoa FAZ fisiológica e mentalmente em nível de pensamentos, sentimentos, comportamentos e estados, para produzir determinada experiência. Separamos cada passo do processo, descobrindo o encadeamento da estratégia da pessoa. Desta forma, o que temos nada mais é do que um manual de COMO fazer algo com a mesma precisão que outra pessoa o faria.
Período de Imprint (07) – Programação básica do Inconsciente.
O período de Modelagem ocorre entre os 07 e 14 anos, quando a criança começa a perceber que existem outras pessoas além dela mesma. Ela passa a observar o comportamento dos amigos, familiares e ídolos, e literalmente copia (modela) os mesmos. Os valores mais importantes acerca da vida, são formados durante esta fase. São baseados em ONDE você estava e NO QUE estava acontecendo ao seu redor.
Período de socialização (14 a 21) – Período onde o indivíduo forma seus valores sociais de relacionamentos, muitos dos quais são usados até o fim da vida.
Através da Modelagem podemos alcançar um outro processo – RAPPORT definido como “ o modo como as pessoas se relacionam onde existe confiança...” É uma atitude, uma ação. É modelar “o jeitão de outra pessoa”.
PRESSUPOSTOS DA PNL
1. Todos possuem um Modelo de Mundo (mapa mental da realidade), que utilizam como referência para interagir com a realidade externa e interna.
2. As experiências possuem uma estrutura (podem ser modificadas).
3. As pessoas já possuem todos os recursos de que necessitam.
4. Todo comportamento tem uma intenção positiva.
5. É impossível não se comunicar.
6. O significado da sua comunicação é a reação que você obtém.
7. Não existe fracasso, apenas resultados.
8. Se o que você está fazendo não está funcionando, faça outra coisa.
9. Corpo e mente fazem parte do mesmo sistema.
10. Se uma pessoa pode fazer algo, você pode aprender a
fazê- lo também.
11. As pessoas são 100% responsáveis por seus pensamentos, comportamentos e, portanto, por seus resultados (causa - efeito).
12. Há sempre um novo pressuposto para aprender.
PERCEPÇÃO SENSORIAL
Compreendemos o mundo através de nossa Percepção Sensorial – visão, audição, tato, gustação e olfato. Ela serve como um sistema receptor, Canal de Entrada para as informações que nos chegam através das experiências.
ACUIDADE SENSORIAL
É a capacidade de fazer pequenas distinções entre os sistemas visual, auditivo, tátil, olfativo e gustativo. Tendemos a aperfeiçoar nossa Percepção Sensorial na mesma medida que expandimos e desenvolvemos nossa Acuidade Sensorial (quanto mais você, conseguir detalhes, mais você conseguirá perceber diferenças e semelhanças nos padrões comportamentais, emocionais e/ou lingüísticos).
RECURSOS
Acumulamos desde o nascimento, uma extraordinária quantidade de aprendizagem e habilidades que estão armazenadas e disponíveis em nosso cérebro e no nosso Sistema Nervoso. A estes aprendizados e habilidades adquiridas damos o nome de Recurso e estão disponíveis para nós a qualquer momento, desde quem saibamos acessá-los.
Em PNL, utilizamos dois tipos de recursos:
. Recursos Internos (estados emocionais).
. Recursos Externos (experiências).
Os recursos são os “equipamentos” que a pessoa necessita para trilhar um caminho – estratégia - que o conduza adequadamente ao seu objetivo (Estado Desejado).
SUBMODALIDADE.
A PNL possibilita uma forma de examinar o aprendizado humano, o que chamamos de Experiência Subjetiva
Experiência Subjetiva – Conjunto de aprendizagens, que estão alocadas em nossa Mente Inconsciente, em forma de (Memória Longa). O Conjunto destas memórias, forma sistemas complexos que identificam como Programas.
O cérebro é um Sistema de Arquivamento, e não um sistema para “reescrever” as informações ali contidas. Uma vez arquivada, não é possível apagar as informações, logo você não pode reescrever seu passado. O que você pode fazer sim é ensinar sua mente a percorrer um novo trajeto, dando numa nova direção.
Um dos objetivos da PNL é de que as pessoas apreendam a modificar sua própria experiência e a controlar o que acontece em sua mente.
Outra coisa que aprendemos a respeito do funcionamento do campo da mente, é que o cérebro não pode ser desligado, ou seja, ele está sempre em funcionamento. Se não for dado a ele uma atividade específica, ele continuará a funcionar por conta própria. A mente humana segue ordens. Depois que você, ou alguém colocar uma informação em sua mente, esta ficará “rodando” até que você, ou alguém, dê uma nova ordem, orientando-se a tomar uma nova direção.
‘Muitas pessoas são prisioneiras dos seus próprios cérebros... se você não indicar o caminho para que seu cérebro faça, ou bem ele irá fazer o caminho da melhor maneira que puder ou então outra pessoa indicará o caminho para você – e nem sempre com a melhor das intenções.
(“Usando a sua Mente –Bandler, R.).
A Mente Inconsciente funciona através de Submodalidades:
a) Submodalidade Visual (cor, brilho, luminosidade, movimento, tamanho da imagem, tamanho dos personagens em relação ao sujeito...)
b) Submodalidade Auditiva (com ou sem som, alto ou baixo, o volume, ritmo, vozes, eco...)
c) Submodalidade Cinestésica (temperatura, odor, carícia /tapa, sensação, emoção, sabor, deslocamento do ar/ vento,brisa...).
As submodalidades de uma experiência são os códigos que identificam o efeito e a intensidade do seu significado.
Ao modificar os códigos, você estará modificando a experiência do Modelo de Mundo.
A FORMAÇÃO DA LINGUAGEM-SISTEMA DIGITAL
A linguagem é uma representação da experiência humana, e não a experiência si, a linguagem é um modelo.
Utilizamos a linguagem de duas maneiras:
-para Representar o mundo internamento
- para Comunicar aos outros, o que foi representado.
Interferências:
-Generalizar (experiência em lei)
Ex: “Ele nunca me escuta”
- Omissão (focalizar em um aspecto da experiência em discernimento de outros)
Ex:” Ele me rejeitou”
Ex:”Ela é uma pessoa melhor”
Ex: Ela não me ouve”
-Distorção (mudar a realidade)
Ex:-“Ela não liga para mim.”
”Ele me odeia, pois ele não me olha”
“Se meu pai soubesse o quanto sofri, ele não teria feito isso.
RESSIGNIFICAÇÃO
É uma estratégia para dar um novo significado a experiências que aparecem em queixas do tipo:
“Sempre que o tipo X está no grupo, fico nervoso”
“Não consigo anotar nada, sou muito burro”
Para ressignificar,pergunte-se:
“Que outros significados poderiam ter esta experiência?”
PASSOS PARA ALCANÇAR OBJETIVOS PESSOAIS
“Se você não souber para onde está indo, pode terminar em outro lugar.”
(Yogi Berral)
Saber antecipadamente “o que quero” e “onde quero chegar”
Estado
Atual
Estado
Desejado
Um objetivo dentro do modelo da PNL deve ser especificado sempre de maneira positiva e afirmativa!
Preferenciador, orientado para o futuro. Por exemplo:
“Quero ter mais autoconfiança!”
“Quero ser mais organizado!”
“Quero melhorar meu relacionamento afetivo.”
Quando comparamos o Estado Atual com o Estado Desejado, é possível determinar que Habilidades e Recursos não necessários para atingir o Estado Desejado.
A fórmula da Mudança:
Estado
Atual
Recursos
Posteriormente devemos criar ESTRATÉGIAS que nos levam ao nosso objetivo.
Para alcançar objetivos Pessoais é preciso...
a) Motivação: ou desejo de....
b) Meios: ou o modo de..
c) Oportunidade: possibilidade de...
UM OBJETIVO E.S.P.E.R.T.A.O
“Meu objetivo é......................................?
specífico - quanto mais curta a frase, melhor.
imples e significativo - sem muitos detalhes
ositivo e presente - o objetivo deve ser afirmativo e no
tempo presente.
videnciado e ecológico - quais serão os sinais que você vai ver, sentir e ou escutar, que ele dará a evidência concreta de que você alcançou o que queria.Pergunte também a ecologia de forma que este não tenha NENHUMA conseqüência negativa para si e para os outros.
ealístico e responsável – o objetivo TEM que ser do tipo “realizável”. Você é o único responsável para que possa alcançar seu objetivo.
odas as área da vida: certifique-se de que seu objetivo produza efeito, que também atinja as outras áreas de sua vida.
fetivamente positivo: a diferença entre sucesso e fracasso não depende de nossa capacidade mas do estado mental e físico que vivenciamos em determinado momento. Para que este estado esteja funcionando de maneira adequada, é imperativo que o sujeito esteja num estado afetivamente positivo.
rientado no tempo: Date o objetivo, para que sua mente inconsciente saiba quando, onde e com quem deve acontecer.
PROGRAMA DE CONTROLE DO TABAGISMO
ABORDAGEM E TRATAMENTO INTENSIVO DO TABAGISMO
FICHA DE AVALIAÇÃO INICIAL DO FUMANTE /EVOLUÇÃO-SIF
DATA:__/__/__
DADOS GERAIS
IDENTIFICAÇÃO
Nome:
DN ____/____/_____ Idade:__________ Sexo: M ( ) F( )
Ocupação:___________Estado Civil: Solteiro( ) Casado ( ) Viúvo( )
Separado( ) Divorciado( ) Outro( )
End:_____________________________N° Bairro:___________________
Tel:___________________CEL:_____________e-mail:________________________
Escolaridade: Sem escolaridade( ) 1° grau compl.( ) 2° grau compl.( )
3° grau compl. ( ) superior incompl.( ) superior compl.( )
Renda Familiar: Até 2 SM ( ) De 2 a 7 SM ( ) De 4 a 7 SM ( ) De 7 a 10 SM Mais de 10 SM ( ) Não sabe ( )
HISTÓRICO CLÍNICO_ FATORES ASSOCIADOS/CONTRA_INDICAÇÂO DE APOIO MEDICAMENTOSO (AM)
11-Lesões orais: S ( ) N ( )
12-Prótese dentária móvel: S ( ) N ( )
13- Esofagite, gastrite ou úlcera: S ( ) N ( )
14-Afecções cutâneas: S ( ) N ( )
15-HÁ: S ( ) N( )
16- DM: S ( ) N ( )
17-Doenças Cardíacas: S ( ) N ( )
18-Doença pulmonar e/ ou respiratória: S ( ) N ( )
19- Crise Convulsiva: S ( ) N ( ) Qual: _____________
20-Sedentarismo: S ( ) N ( )
Mulher em idade fértil
22-Gestante: S ( ) N ( ) 23-Amamentando: S ( ) N ( )
COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS
24-Faz ou já fez algum tratamento psicológico ou psiquiátrico: S ( ) N ( )
25-Depressão: S ( ) N ( ) Qual tratamento? _____________________
26-Ansiedade: S ( ) N ( ) Qual tratamento? _____________________
27-Anorexia ou Bulimia S ( ) N ( ) Qual tratamento? __________________
28- Outro transtorno mental? S ( ) N ( ) Qual tratamento?__________________
29-História de transtorno psiquiátrico na família:
S ( ) N ( ) Qual? __________________
30-No último mês apresentou: 1-tristeza ( ) 2-perda de interesse e prazer ( ) 3 –energia reduzida ou cansaço ( ) 4-concentração e atenção reduzida ( ) 5-sentimentos de culpa e inutilidade( ) 6-idéias ou atitudes auto-lesivas ou de suicídio ( ) 7- auto-estima e auto-confiança reduzidas ( ) 8-apetite diminuído ( ) 9- pessimista ou deslocado ( ) 10-sono alterado ( ) 11-inquietação.
31-Medicação psicotrópica em uso atual: S ( ) N ( )
32-Ingestão de bebidas alcoólicas com freqüência durante a semana:
Nunca ( ) Raramente ( ) Final de semana ( ) Todos os dias ( ) Quais?: _______________
33-Cage:
1-Acha que deveria diminuir a quantidade de bebida: S ( ) N ( )
2- Se aborrece porque as pessoas o criticam: S ( ) N ( )
3- Sente-se culpado consigo mesmo pela maneira como costuma beber: S ( ) N ( )
4- Costuma beber pela manhã: S ( ) N ( )
IV-HISTÓRICO DE USO DO TABACO
34- Idade que começou a fumar: Obs.:
35- Considera que sejam razões para fumar:
1-é um grande prazer ( )
2-é muito saboroso ( )
3-o cigarro acalma ( )
4-é charmoso ( )
5-emagrece ( )
6-para distração, como ter algo nas mãos ( )
7-outra situação: ___________________
36- Situações que o cigarro está associado no dia-a-dia:
1-com café ( )
2-após as refeições ( )
3-com bebidas alcoólicas ( )
4-alegria( )
5-tristeza ( )
6-ansiedade ( )
7-ao falar no telefone ( )
8-no trabalho ( )
9-outra situação: ____________________
37- Quantas vezes conseguiu deixar de fumar:
1-uma vez ( )
2-duas à três vezes ( )
3-mais de três vezes ( )
4-nunca tentou ( )
38- Já utilizou algum recurso para deixar de fumar:
1-nenhum ( )
2-TRN ( )
3-bupropiona ( )
4-apoio com TCC ( )
5-outro ( )
39- Convive com fumantes em sua casa: S ( ) N ( )
40- Tem medo de engordar ao parar de fumar: S ( ) N ( )
41- Motivo para deixar de fumar agora:
1- sente que o tabaco está afetando sua saúde ( )
2- pelo bem-estar da minha família( )
3- familiares pedem, exceto filhos ( )
4- filhos pedem ( )
5- sente-se pressionado pelas pessoas ( )
6- fumar é anti-social ( )
7- gasto dinheiro com cigarro ( )
8- preocupação com a saúde no futuro ( )
9- não quer ser dependente ( )
10- fumar é um mal exemplo para as crianças ( )
11- outro ( )
V- TESTE DE FAGERSTROM –GRAU DE DEPENDÊNCIA
42- Cigarros fumados no dia:
1- menos de 10 ( 0 )
2- de 11 à 20 ( 1 )
3- de 21 à 30 ( 2 )
4- mais de 31 (3)
43- Tempo para acender o primeiro cigarro do dia (após acordar):
1-dentro de 5 minutos ( 3 )
2-entre 6 e 30 minutos (2)
3-entre 31 minutos e 60 minutos ( 1)
4- após 60 minutos (0)
44- Fuma mesmo doente: S (1) N (0)
45- Acha difícil não fumar em locais proibidos: S (1) N (0)
46 – Cigarro do dia traz mais satisfação: O primeiro da manhã (1) Outros (0)
47 – Fuma mais freqüentemente pela manhã: S (1) N (0)
NOME QUE É CONHECIDO OU PREFERE SER CHAMADO:
Nome:
Endereço residencial:
Nº: Complemento: Prox.de: Vila:
Bairro: CEP: Tel: Celular:
Município Tel.(s) do trabalho: Pessoas para recado:
Tel(s):
DADOS VITAIS E ANTOPROMÉTRICOS
PA: FC: PESO: ALT: IMC:
AVALIAÇÃO MÉDICA: S ( ) N ( ) DATA: NOME:
MOTIVO: 1-indicação de AM ( ) 2- presença de comorbidades psiquiátricas ( )
3- doenças tabaco-relacionadas ( ) 4-outro ( ):_______________
NOTA: consulta de retorno com o médico para acompanhamento de AM, quando necessário, anotar evolução.
Observações gerais:
DIAGNÓSTICO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA AO TABACO E PLANO DE TRATAMENTO-classificação na CID-10 F17.2
GRAU DE DEPENDÊNCIA-Escore:
Muito baixo-zero a 2 ( )
Baixo-3 a 4 ( )
Moderado-5 ( )
Elevado-6 a 7 ( )
Muito elevado-8 a 10
MOTIVAÇÃO PRONTO PARA AÇÃO no momento da avaliação inicial: S ( ) N ( )
TCC: grupo ( ) individual ( )
PRESENÇA DE COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS: N ( ) S ( ):
( ) alcoolismo-F10.2/F10.3 ( ) depressão ( ) outro (s):______________________
INDICAÇÃO DE AM: N ( ) S ( ):
( ) Adesivo ( ) Goma ( ) Bupropiona ( ) outro medicamento:________________
Data prescrição/dispensação:
( ) Adesivo 7 mg :________________ Obs.:
( ) Adesivo 14 mg:________________Obs.:
( ) Adesivo 21 mg:________________ Obs.:
( ) Goma 2 mg: ___________________Obs.:
( ) Bupropiona 150 mg:_____________Obs.:
( ) Outro:_________________________Obs.:
EVOLUÇÃO 1° MÊS-PROGRAMA DE CESSAÇÃO-DATAS DE PARTICIPAÇÃO/SITUAÇÃO: FUMANDO (F) OU NÃO FUMANDO (NF)
SESSÕES SEMANAIS
( )1ª sessão (F) (NF)__________________________________________
( )2ª sessão (F) (NF)___________________________________________
( )3ª sessão (F) (NF)___________________________________________
( )4ªsessão (F) (NF)___________________________________________
( )abandono – obs.:_____________________________________________
EVOLUÇÃO 2° MÊS-MANUTENÇÃO-DATAS DE COMPARECIMENTO/SITUAÇÃO:
( ) manutenção da abstinência (F17.3)_______________________
( ) fumando ainda (F17.2)_________________________________
( ) recaída______________________________________________
( ) abandono____________________________________________
SESSÕES QUINZENAIS: 1ª SESSÃO:_____________2ªSESSÃO:________________
3ªSESSÃO:_______________________
EVOLUÇÃO: 3° MÊS ATÉ UM ANO-PREVENÇÃO DA RECAÍDA-DATA DE COMPARECIMENTO/SITUAÇÃO:
( ) em abstinência (A)________________________________________________
( ) fumando ainda ( )_________________________________________________
ABORDAGEM E TRATAMENTO INTENSIVO DO TABAGISMO
FICHA DE AVALIAÇÃO INICIAL DO FUMANTE /EVOLUÇÃO-SIF
DATA:__/__/__
DADOS GERAIS
IDENTIFICAÇÃO
Nome:
DN ____/____/_____ Idade:__________ Sexo: M ( ) F( )
Ocupação:___________Estado Civil: Solteiro( ) Casado ( ) Viúvo( )
Separado( ) Divorciado( ) Outro( )
End:_____________________________N° Bairro:___________________
Tel:___________________CEL:_____________e-mail:________________________
Escolaridade: Sem escolaridade( ) 1° grau compl.( ) 2° grau compl.( )
3° grau compl. ( ) superior incompl.( ) superior compl.( )
Renda Familiar: Até 2 SM ( ) De 2 a 7 SM ( ) De 4 a 7 SM ( ) De 7 a 10 SM Mais de 10 SM ( ) Não sabe ( )
HISTÓRICO CLÍNICO_ FATORES ASSOCIADOS/CONTRA_INDICAÇÂO DE APOIO MEDICAMENTOSO (AM)
11-Lesões orais: S ( ) N ( )
12-Prótese dentária móvel: S ( ) N ( )
13- Esofagite, gastrite ou úlcera: S ( ) N ( )
14-Afecções cutâneas: S ( ) N ( )
15-HÁ: S ( ) N( )
16- DM: S ( ) N ( )
17-Doenças Cardíacas: S ( ) N ( )
18-Doença pulmonar e/ ou respiratória: S ( ) N ( )
19- Crise Convulsiva: S ( ) N ( ) Qual: _____________
20-Sedentarismo: S ( ) N ( )
Mulher em idade fértil
22-Gestante: S ( ) N ( ) 23-Amamentando: S ( ) N ( )
COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS
24-Faz ou já fez algum tratamento psicológico ou psiquiátrico: S ( ) N ( )
25-Depressão: S ( ) N ( ) Qual tratamento? _____________________
26-Ansiedade: S ( ) N ( ) Qual tratamento? _____________________
27-Anorexia ou Bulimia S ( ) N ( ) Qual tratamento? __________________
28- Outro transtorno mental? S ( ) N ( ) Qual tratamento?__________________
29-História de transtorno psiquiátrico na família:
S ( ) N ( ) Qual? __________________
30-No último mês apresentou: 1-tristeza ( ) 2-perda de interesse e prazer ( ) 3 –energia reduzida ou cansaço ( ) 4-concentração e atenção reduzida ( ) 5-sentimentos de culpa e inutilidade( ) 6-idéias ou atitudes auto-lesivas ou de suicídio ( ) 7- auto-estima e auto-confiança reduzidas ( ) 8-apetite diminuído ( ) 9- pessimista ou deslocado ( ) 10-sono alterado ( ) 11-inquietação.
31-Medicação psicotrópica em uso atual: S ( ) N ( )
32-Ingestão de bebidas alcoólicas com freqüência durante a semana:
Nunca ( ) Raramente ( ) Final de semana ( ) Todos os dias ( ) Quais?: _______________
33-Cage:
1-Acha que deveria diminuir a quantidade de bebida: S ( ) N ( )
2- Se aborrece porque as pessoas o criticam: S ( ) N ( )
3- Sente-se culpado consigo mesmo pela maneira como costuma beber: S ( ) N ( )
4- Costuma beber pela manhã: S ( ) N ( )
IV-HISTÓRICO DE USO DO TABACO
34- Idade que começou a fumar: Obs.:
35- Considera que sejam razões para fumar:
1-é um grande prazer ( )
2-é muito saboroso ( )
3-o cigarro acalma ( )
4-é charmoso ( )
5-emagrece ( )
6-para distração, como ter algo nas mãos ( )
7-outra situação: ___________________
36- Situações que o cigarro está associado no dia-a-dia:
1-com café ( )
2-após as refeições ( )
3-com bebidas alcoólicas ( )
4-alegria( )
5-tristeza ( )
6-ansiedade ( )
7-ao falar no telefone ( )
8-no trabalho ( )
9-outra situação: ____________________
37- Quantas vezes conseguiu deixar de fumar:
1-uma vez ( )
2-duas à três vezes ( )
3-mais de três vezes ( )
4-nunca tentou ( )
38- Já utilizou algum recurso para deixar de fumar:
1-nenhum ( )
2-TRN ( )
3-bupropiona ( )
4-apoio com TCC ( )
5-outro ( )
39- Convive com fumantes em sua casa: S ( ) N ( )
40- Tem medo de engordar ao parar de fumar: S ( ) N ( )
41- Motivo para deixar de fumar agora:
1- sente que o tabaco está afetando sua saúde ( )
2- pelo bem-estar da minha família( )
3- familiares pedem, exceto filhos ( )
4- filhos pedem ( )
5- sente-se pressionado pelas pessoas ( )
6- fumar é anti-social ( )
7- gasto dinheiro com cigarro ( )
8- preocupação com a saúde no futuro ( )
9- não quer ser dependente ( )
10- fumar é um mal exemplo para as crianças ( )
11- outro ( )
V- TESTE DE FAGERSTROM –GRAU DE DEPENDÊNCIA
42- Cigarros fumados no dia:
1- menos de 10 ( 0 )
2- de 11 à 20 ( 1 )
3- de 21 à 30 ( 2 )
4- mais de 31 (3)
43- Tempo para acender o primeiro cigarro do dia (após acordar):
1-dentro de 5 minutos ( 3 )
2-entre 6 e 30 minutos (2)
3-entre 31 minutos e 60 minutos ( 1)
4- após 60 minutos (0)
44- Fuma mesmo doente: S (1) N (0)
45- Acha difícil não fumar em locais proibidos: S (1) N (0)
46 – Cigarro do dia traz mais satisfação: O primeiro da manhã (1) Outros (0)
47 – Fuma mais freqüentemente pela manhã: S (1) N (0)
NOME QUE É CONHECIDO OU PREFERE SER CHAMADO:
Nome:
Endereço residencial:
Nº: Complemento: Prox.de: Vila:
Bairro: CEP: Tel: Celular:
Município Tel.(s) do trabalho: Pessoas para recado:
Tel(s):
DADOS VITAIS E ANTOPROMÉTRICOS
PA: FC: PESO: ALT: IMC:
AVALIAÇÃO MÉDICA: S ( ) N ( ) DATA: NOME:
MOTIVO: 1-indicação de AM ( ) 2- presença de comorbidades psiquiátricas ( )
3- doenças tabaco-relacionadas ( ) 4-outro ( ):_______________
NOTA: consulta de retorno com o médico para acompanhamento de AM, quando necessário, anotar evolução.
Observações gerais:
DIAGNÓSTICO DE DEPENDÊNCIA QUÍMICA AO TABACO E PLANO DE TRATAMENTO-classificação na CID-10 F17.2
GRAU DE DEPENDÊNCIA-Escore:
Muito baixo-zero a 2 ( )
Baixo-3 a 4 ( )
Moderado-5 ( )
Elevado-6 a 7 ( )
Muito elevado-8 a 10
MOTIVAÇÃO PRONTO PARA AÇÃO no momento da avaliação inicial: S ( ) N ( )
TCC: grupo ( ) individual ( )
PRESENÇA DE COMORBIDADES PSIQUIÁTRICAS: N ( ) S ( ):
( ) alcoolismo-F10.2/F10.3 ( ) depressão ( ) outro (s):______________________
INDICAÇÃO DE AM: N ( ) S ( ):
( ) Adesivo ( ) Goma ( ) Bupropiona ( ) outro medicamento:________________
Data prescrição/dispensação:
( ) Adesivo 7 mg :________________ Obs.:
( ) Adesivo 14 mg:________________Obs.:
( ) Adesivo 21 mg:________________ Obs.:
( ) Goma 2 mg: ___________________Obs.:
( ) Bupropiona 150 mg:_____________Obs.:
( ) Outro:_________________________Obs.:
EVOLUÇÃO 1° MÊS-PROGRAMA DE CESSAÇÃO-DATAS DE PARTICIPAÇÃO/SITUAÇÃO: FUMANDO (F) OU NÃO FUMANDO (NF)
SESSÕES SEMANAIS
( )1ª sessão (F) (NF)__________________________________________
( )2ª sessão (F) (NF)___________________________________________
( )3ª sessão (F) (NF)___________________________________________
( )4ªsessão (F) (NF)___________________________________________
( )abandono – obs.:_____________________________________________
EVOLUÇÃO 2° MÊS-MANUTENÇÃO-DATAS DE COMPARECIMENTO/SITUAÇÃO:
( ) manutenção da abstinência (F17.3)_______________________
( ) fumando ainda (F17.2)_________________________________
( ) recaída______________________________________________
( ) abandono____________________________________________
SESSÕES QUINZENAIS: 1ª SESSÃO:_____________2ªSESSÃO:________________
3ªSESSÃO:_______________________
EVOLUÇÃO: 3° MÊS ATÉ UM ANO-PREVENÇÃO DA RECAÍDA-DATA DE COMPARECIMENTO/SITUAÇÃO:
( ) em abstinência (A)________________________________________________
( ) fumando ainda ( )_________________________________________________
Dependentes químicos, co-dependentes
e o Tratamento: o que dar resultados
Plínio
- Porque a família deve participar do processo de tratamento do seu familiar?
- Porque ela precisa eliminar os pontos de conflito, de co-dependência e de riscos.
- Mudar o ambiente de casa,com o intuito de que quando o recuperando terminar o seu TT, encontre um lar com algumas mudanças significativas.
- O núcleo familiar é contexto terapêutico, ele é de fundamental importância para o sucesso da recuperação.
- Quando a família se conscientiza da necessidade de ter uma nova postura, mudanças de valores, hábitos e posturas mais maduras e equilibradas, as chances de recuperação de todos os membros familiares aumenta muito.
- Porque a família tem que buscar tratamento também?
- Ela passa a viver em função de controlar o comportamento compulsivo, o uso de drogas do seu familiar. Em conseqüência sua vida também ficou afetada por viver uma relação patológica com seu familiar adicto.
- Evidências – ninguém consegue nenhum tipo de controle sobre seu familiar adicto.(ele continua gastando dinheiro, bebendo, usando drogas, manipulando e destruindo-se.)
- Desligamento Emocional – A família não é responsável pela dependência do seu familiar, no entanto, culpa, remorso e raiva são os sentimentos mais presentes nestas situações.
O que fazer?
1. Parar de facilitar o uso.
2. Não bancar estes comportamentos.
3. Não dar dinheiro, roupas, presentes, deixar os filhos assumirem suas contas.
4. Problemas com a justiça, acidentes de carro; contas e pequenos furtos em casa.
5. Todo tipo de comportamento inadequado, anti-social.
- O lema é: Nós te amamos mais não aceitamos estes comportamentos nem o uso de drogas.
- O que acontece com as famílias que simplesmente mandam seus familiares para o tratamento e não fazem mudanças também?
- Continuam como facilitadores e desencadeadores de novas recaídas, constribuindo assim para que o dependende regrida a mesma condição da ativa anterior ao tratamento.
Exemplos de Co-dependência :
• Alta precoce forçada pela família.
• Prêmios em dinheiro porque o dependente esta melhorando.
• Credulidade na cura do dependente.
• Pena do dependente.
• Despertar sentimento de culpa no dependente.
• Atribuir ao dependente a sua infelicidade.
• Colocar-se como o melhor amigo e salvador do dependente.
Co-dependência e a recuperação de todos :
- O que é terapêutico?
- Romper com todo comportamento que seja inadequado.
Exemplo: Velha estrutura (casa, roupa limpa, comida, cuecas, tolerância, falta de horários e quebra de regras ).
- O que não é terapêutico?
- Posturas como :
1. Não podemos ser radicais.
2. A culpa é dos amigos.
3. Ele é doente não pode assumir responsabilidades.
4. Vamos mudar de cidade que tudo se resolve.
5. Nós não podemos fazer mais nada. Quem sabe psicoterapia.
Para refleti
Estes comportamentos são das pessoas que mais o amam e querem ajudá-lo.
Características do co-dependente :
1. Problemas pessoais e interpessoais (familiares).
2. Dificuldades de lidar com problemas graves.
3. Tendência à negação de problemas graves.
4. Tendência à ser sozinho ( auto sacrifício ).
Oscila entre os papéis de vítima e de salvador.
.
5. Vítima -fui destruída pelo dependente químico.
6. Salvador – postura de tolerância e proteção ao dependente.
Sinais e sintomas de co-dependência :
• Dependente começa a se recuperar, o familiar altera o humor.
• Não admite recaídas do dependente.
• Dar presentes que podem ser convertidas em drogas.
• Ficar colocando coisas do passado em vez de viver o presente.
• Provocar sentimentos de culpa, achando que isso reforça as lembranças para não voltar a usar drogas.
• Super proteção infantil nas situações do dia-e-dia, facilita a vida, evitar frustrações.
• Achar prematuramente que o dependente já está curado.
• Abandonar prematuramente o programa de recuperação, atrasar-se, falta às reuniões, etc…
Fatuística – Em adicções e comportamentos compulsilvos :
• Você não é culpado(a) por nada que diz respeito as escolhas pessoais dos outros.
• Essa aceitação libera para agir.
• Não esconda a situação de dependência e os desdobramentos e atos do dependente. Ele tem de assumir responsabilidade. Não esconda de si mesmo a gravidade da situação.
• Não inventes explicações que justifiquem o dependente.
• Não ameace; fale apenas o que você pode cumprir.
• Ser mais coerente e menos emocional, no sentido do que você fala e faz.
• Não acredite em cura. Ele estará sempre em recuperação.
• Comece a cuidar de você tenha mesmo. Talvez você tenha problemas tão importantes como o dependente químico.
• Desdramatizaçâo Emocional – Mudar o vocabulário, não carregar nas tintas,não colocar uma carga de energia muito grande nas palavras.
• Renunciar de fato a querer mudar quem quer que seja.
• Não abrir mão de mudar a si mesmo, em todas as ocasiões, para melhor.
• 3 palavras chaves no programa de tratamento : Perdão, desligamento emocional , aceitação.
CONSTATAÇÃO: VOCÊ É A ÚNICA PESSOA RESPONSÁVEL POR SUA VIDA .VOCÊ RECEBE O QUE DEU A ELA.
SE NADA MUDAR NADA MUDARÁ.
TOMANDO DECISÕES FIRMES SOBRE:
1. FACILITAÇÂO DO USO.
2. MUDANDO A MANEIRA DE AGIR.
3. FAZENDO O QUE É CERTO.
4. LIVRE PARA FAZER ESCOLHAS.
6. REJEITANDO COMPORTAMENTOS
INACEITÁVEIS.
7. TOMANDO DECISÕES DIFÍCEIS.
8 .VIVER E DEIXAR VIVER.
9 . APRENDENDO A PERDOAR.
10. ENFRENTANDO OS FATOS E SEGUINDO EM FRENTE.
Dependentes químicos, co-dependentes
e o Tratamento: o que dar resultados
Plínio
- Porque a família deve participar do processo de tratamento do seu familiar?
- Porque ela precisa eliminar os pontos de conflito, de co-dependência e de riscos.
- Mudar o ambiente de casa,com o intuito de que quando o recuperando terminar o seu TT, encontre um lar com algumas mudanças significativas.
- O núcleo familiar é contexto terapêutico, ele é de fundamental importância para o sucesso da recuperação.
- Quando a família se conscientiza da necessidade de ter uma nova postura, mudanças de valores, hábitos e posturas mais maduras e equilibradas, as chances de recuperação de todos os membros familiares aumenta muito.
- Porque a família tem que buscar tratamento também?
- Ela passa a viver em função de controlar o comportamento compulsivo, o uso de drogas do seu familiar. Em conseqüência sua vida também ficou afetada por viver uma relação patológica com seu familiar adicto.
- Evidências – ninguém consegue nenhum tipo de controle sobre seu familiar adicto.(ele continua gastando dinheiro, bebendo, usando drogas, manipulando e destruindo-se.)
- Desligamento Emocional – A família não é responsável pela dependência do seu familiar, no entanto, culpa, remorso e raiva são os sentimentos mais presentes nestas situações.
O que fazer?
1. Parar de facilitar o uso.
2. Não bancar estes comportamentos.
3. Não dar dinheiro, roupas, presentes, deixar os filhos assumirem suas contas.
4. Problemas com a justiça, acidentes de carro; contas e pequenos furtos em casa.
5. Todo tipo de comportamento inadequado, anti-social.
- O lema é: Nós te amamos mais não aceitamos estes comportamentos nem o uso de drogas.
- O que acontece com as famílias que simplesmente mandam seus familiares para o tratamento e não fazem mudanças também?
- Continuam como facilitadores e desencadeadores de novas recaídas, constribuindo assim para que o dependende regrida a mesma condição da ativa anterior ao tratamento.
Exemplos de Co-dependência :
• Alta precoce forçada pela família.
• Prêmios em dinheiro porque o dependente esta melhorando.
• Credulidade na cura do dependente.
• Pena do dependente.
• Despertar sentimento de culpa no dependente.
• Atribuir ao dependente a sua infelicidade.
• Colocar-se como o melhor amigo e salvador do dependente.
Co-dependência e a recuperação de todos :
- O que é terapêutico?
- Romper com todo comportamento que seja inadequado.
Exemplo: Velha estrutura (casa, roupa limpa, comida, cuecas, tolerância, falta de horários e quebra de regras ).
- O que não é terapêutico?
- Posturas como :
1. Não podemos ser radicais.
2. A culpa é dos amigos.
3. Ele é doente não pode assumir responsabilidades.
4. Vamos mudar de cidade que tudo se resolve.
5. Nós não podemos fazer mais nada. Quem sabe psicoterapia.
Para refleti
Estes comportamentos são das pessoas que mais o amam e querem ajudá-lo.
Características do co-dependente :
1. Problemas pessoais e interpessoais (familiares).
2. Dificuldades de lidar com problemas graves.
3. Tendência à negação de problemas graves.
4. Tendência à ser sozinho ( auto sacrifício ).
Oscila entre os papéis de vítima e de salvador.
.
5. Vítima -fui destruída pelo dependente químico.
6. Salvador – postura de tolerância e proteção ao dependente.
Sinais e sintomas de co-dependência :
• Dependente começa a se recuperar, o familiar altera o humor.
• Não admite recaídas do dependente.
• Dar presentes que podem ser convertidas em drogas.
• Ficar colocando coisas do passado em vez de viver o presente.
• Provocar sentimentos de culpa, achando que isso reforça as lembranças para não voltar a usar drogas.
• Super proteção infantil nas situações do dia-e-dia, facilita a vida, evitar frustrações.
• Achar prematuramente que o dependente já está curado.
• Abandonar prematuramente o programa de recuperação, atrasar-se, falta às reuniões, etc…
Fatuística – Em adicções e comportamentos compulsilvos :
• Você não é culpado(a) por nada que diz respeito as escolhas pessoais dos outros.
• Essa aceitação libera para agir.
• Não esconda a situação de dependência e os desdobramentos e atos do dependente. Ele tem de assumir responsabilidade. Não esconda de si mesmo a gravidade da situação.
• Não inventes explicações que justifiquem o dependente.
• Não ameace; fale apenas o que você pode cumprir.
• Ser mais coerente e menos emocional, no sentido do que você fala e faz.
• Não acredite em cura. Ele estará sempre em recuperação.
• Comece a cuidar de você tenha mesmo. Talvez você tenha problemas tão importantes como o dependente químico.
• Desdramatizaçâo Emocional – Mudar o vocabulário, não carregar nas tintas,não colocar uma carga de energia muito grande nas palavras.
• Renunciar de fato a querer mudar quem quer que seja.
• Não abrir mão de mudar a si mesmo, em todas as ocasiões, para melhor.
• 3 palavras chaves no programa de tratamento : Perdão, desligamento emocional , aceitação.
CONSTATAÇÃO: VOCÊ É A ÚNICA PESSOA RESPONSÁVEL POR SUA VIDA .VOCÊ RECEBE O QUE DEU A ELA.
SE NADA MUDAR NADA MUDARÁ.
TOMANDO DECISÕES FIRMES SOBRE:
1. FACILITAÇÂO DO USO.
2. MUDANDO A MANEIRA DE AGIR.
3. FAZENDO O QUE É CERTO.
4. LIVRE PARA FAZER ESCOLHAS.
6. REJEITANDO COMPORTAMENTOS
INACEITÁVEIS.
7. TOMANDO DECISÕES DIFÍCEIS.
8 .VIVER E DEIXAR VIVER.
9 . APRENDENDO A PERDOAR.
10. ENFRENTANDO OS FATOS E SEGUINDO EM FRENTE.
e o Tratamento: o que dar resultados
Plínio
- Porque a família deve participar do processo de tratamento do seu familiar?
- Porque ela precisa eliminar os pontos de conflito, de co-dependência e de riscos.
- Mudar o ambiente de casa,com o intuito de que quando o recuperando terminar o seu TT, encontre um lar com algumas mudanças significativas.
- O núcleo familiar é contexto terapêutico, ele é de fundamental importância para o sucesso da recuperação.
- Quando a família se conscientiza da necessidade de ter uma nova postura, mudanças de valores, hábitos e posturas mais maduras e equilibradas, as chances de recuperação de todos os membros familiares aumenta muito.
- Porque a família tem que buscar tratamento também?
- Ela passa a viver em função de controlar o comportamento compulsivo, o uso de drogas do seu familiar. Em conseqüência sua vida também ficou afetada por viver uma relação patológica com seu familiar adicto.
- Evidências – ninguém consegue nenhum tipo de controle sobre seu familiar adicto.(ele continua gastando dinheiro, bebendo, usando drogas, manipulando e destruindo-se.)
- Desligamento Emocional – A família não é responsável pela dependência do seu familiar, no entanto, culpa, remorso e raiva são os sentimentos mais presentes nestas situações.
O que fazer?
1. Parar de facilitar o uso.
2. Não bancar estes comportamentos.
3. Não dar dinheiro, roupas, presentes, deixar os filhos assumirem suas contas.
4. Problemas com a justiça, acidentes de carro; contas e pequenos furtos em casa.
5. Todo tipo de comportamento inadequado, anti-social.
- O lema é: Nós te amamos mais não aceitamos estes comportamentos nem o uso de drogas.
- O que acontece com as famílias que simplesmente mandam seus familiares para o tratamento e não fazem mudanças também?
- Continuam como facilitadores e desencadeadores de novas recaídas, constribuindo assim para que o dependende regrida a mesma condição da ativa anterior ao tratamento.
Exemplos de Co-dependência :
• Alta precoce forçada pela família.
• Prêmios em dinheiro porque o dependente esta melhorando.
• Credulidade na cura do dependente.
• Pena do dependente.
• Despertar sentimento de culpa no dependente.
• Atribuir ao dependente a sua infelicidade.
• Colocar-se como o melhor amigo e salvador do dependente.
Co-dependência e a recuperação de todos :
- O que é terapêutico?
- Romper com todo comportamento que seja inadequado.
Exemplo: Velha estrutura (casa, roupa limpa, comida, cuecas, tolerância, falta de horários e quebra de regras ).
- O que não é terapêutico?
- Posturas como :
1. Não podemos ser radicais.
2. A culpa é dos amigos.
3. Ele é doente não pode assumir responsabilidades.
4. Vamos mudar de cidade que tudo se resolve.
5. Nós não podemos fazer mais nada. Quem sabe psicoterapia.
Para refleti
Estes comportamentos são das pessoas que mais o amam e querem ajudá-lo.
Características do co-dependente :
1. Problemas pessoais e interpessoais (familiares).
2. Dificuldades de lidar com problemas graves.
3. Tendência à negação de problemas graves.
4. Tendência à ser sozinho ( auto sacrifício ).
Oscila entre os papéis de vítima e de salvador.
.
5. Vítima -fui destruída pelo dependente químico.
6. Salvador – postura de tolerância e proteção ao dependente.
Sinais e sintomas de co-dependência :
• Dependente começa a se recuperar, o familiar altera o humor.
• Não admite recaídas do dependente.
• Dar presentes que podem ser convertidas em drogas.
• Ficar colocando coisas do passado em vez de viver o presente.
• Provocar sentimentos de culpa, achando que isso reforça as lembranças para não voltar a usar drogas.
• Super proteção infantil nas situações do dia-e-dia, facilita a vida, evitar frustrações.
• Achar prematuramente que o dependente já está curado.
• Abandonar prematuramente o programa de recuperação, atrasar-se, falta às reuniões, etc…
Fatuística – Em adicções e comportamentos compulsilvos :
• Você não é culpado(a) por nada que diz respeito as escolhas pessoais dos outros.
• Essa aceitação libera para agir.
• Não esconda a situação de dependência e os desdobramentos e atos do dependente. Ele tem de assumir responsabilidade. Não esconda de si mesmo a gravidade da situação.
• Não inventes explicações que justifiquem o dependente.
• Não ameace; fale apenas o que você pode cumprir.
• Ser mais coerente e menos emocional, no sentido do que você fala e faz.
• Não acredite em cura. Ele estará sempre em recuperação.
• Comece a cuidar de você tenha mesmo. Talvez você tenha problemas tão importantes como o dependente químico.
• Desdramatizaçâo Emocional – Mudar o vocabulário, não carregar nas tintas,não colocar uma carga de energia muito grande nas palavras.
• Renunciar de fato a querer mudar quem quer que seja.
• Não abrir mão de mudar a si mesmo, em todas as ocasiões, para melhor.
• 3 palavras chaves no programa de tratamento : Perdão, desligamento emocional , aceitação.
CONSTATAÇÃO: VOCÊ É A ÚNICA PESSOA RESPONSÁVEL POR SUA VIDA .VOCÊ RECEBE O QUE DEU A ELA.
SE NADA MUDAR NADA MUDARÁ.
TOMANDO DECISÕES FIRMES SOBRE:
1. FACILITAÇÂO DO USO.
2. MUDANDO A MANEIRA DE AGIR.
3. FAZENDO O QUE É CERTO.
4. LIVRE PARA FAZER ESCOLHAS.
6. REJEITANDO COMPORTAMENTOS
INACEITÁVEIS.
7. TOMANDO DECISÕES DIFÍCEIS.
8 .VIVER E DEIXAR VIVER.
9 . APRENDENDO A PERDOAR.
10. ENFRENTANDO OS FATOS E SEGUINDO EM FRENTE.
Dependentes químicos, co-dependentes
e o Tratamento: o que dar resultados
Plínio
- Porque a família deve participar do processo de tratamento do seu familiar?
- Porque ela precisa eliminar os pontos de conflito, de co-dependência e de riscos.
- Mudar o ambiente de casa,com o intuito de que quando o recuperando terminar o seu TT, encontre um lar com algumas mudanças significativas.
- O núcleo familiar é contexto terapêutico, ele é de fundamental importância para o sucesso da recuperação.
- Quando a família se conscientiza da necessidade de ter uma nova postura, mudanças de valores, hábitos e posturas mais maduras e equilibradas, as chances de recuperação de todos os membros familiares aumenta muito.
- Porque a família tem que buscar tratamento também?
- Ela passa a viver em função de controlar o comportamento compulsivo, o uso de drogas do seu familiar. Em conseqüência sua vida também ficou afetada por viver uma relação patológica com seu familiar adicto.
- Evidências – ninguém consegue nenhum tipo de controle sobre seu familiar adicto.(ele continua gastando dinheiro, bebendo, usando drogas, manipulando e destruindo-se.)
- Desligamento Emocional – A família não é responsável pela dependência do seu familiar, no entanto, culpa, remorso e raiva são os sentimentos mais presentes nestas situações.
O que fazer?
1. Parar de facilitar o uso.
2. Não bancar estes comportamentos.
3. Não dar dinheiro, roupas, presentes, deixar os filhos assumirem suas contas.
4. Problemas com a justiça, acidentes de carro; contas e pequenos furtos em casa.
5. Todo tipo de comportamento inadequado, anti-social.
- O lema é: Nós te amamos mais não aceitamos estes comportamentos nem o uso de drogas.
- O que acontece com as famílias que simplesmente mandam seus familiares para o tratamento e não fazem mudanças também?
- Continuam como facilitadores e desencadeadores de novas recaídas, constribuindo assim para que o dependende regrida a mesma condição da ativa anterior ao tratamento.
Exemplos de Co-dependência :
• Alta precoce forçada pela família.
• Prêmios em dinheiro porque o dependente esta melhorando.
• Credulidade na cura do dependente.
• Pena do dependente.
• Despertar sentimento de culpa no dependente.
• Atribuir ao dependente a sua infelicidade.
• Colocar-se como o melhor amigo e salvador do dependente.
Co-dependência e a recuperação de todos :
- O que é terapêutico?
- Romper com todo comportamento que seja inadequado.
Exemplo: Velha estrutura (casa, roupa limpa, comida, cuecas, tolerância, falta de horários e quebra de regras ).
- O que não é terapêutico?
- Posturas como :
1. Não podemos ser radicais.
2. A culpa é dos amigos.
3. Ele é doente não pode assumir responsabilidades.
4. Vamos mudar de cidade que tudo se resolve.
5. Nós não podemos fazer mais nada. Quem sabe psicoterapia.
Para refleti
Estes comportamentos são das pessoas que mais o amam e querem ajudá-lo.
Características do co-dependente :
1. Problemas pessoais e interpessoais (familiares).
2. Dificuldades de lidar com problemas graves.
3. Tendência à negação de problemas graves.
4. Tendência à ser sozinho ( auto sacrifício ).
Oscila entre os papéis de vítima e de salvador.
.
5. Vítima -fui destruída pelo dependente químico.
6. Salvador – postura de tolerância e proteção ao dependente.
Sinais e sintomas de co-dependência :
• Dependente começa a se recuperar, o familiar altera o humor.
• Não admite recaídas do dependente.
• Dar presentes que podem ser convertidas em drogas.
• Ficar colocando coisas do passado em vez de viver o presente.
• Provocar sentimentos de culpa, achando que isso reforça as lembranças para não voltar a usar drogas.
• Super proteção infantil nas situações do dia-e-dia, facilita a vida, evitar frustrações.
• Achar prematuramente que o dependente já está curado.
• Abandonar prematuramente o programa de recuperação, atrasar-se, falta às reuniões, etc…
Fatuística – Em adicções e comportamentos compulsilvos :
• Você não é culpado(a) por nada que diz respeito as escolhas pessoais dos outros.
• Essa aceitação libera para agir.
• Não esconda a situação de dependência e os desdobramentos e atos do dependente. Ele tem de assumir responsabilidade. Não esconda de si mesmo a gravidade da situação.
• Não inventes explicações que justifiquem o dependente.
• Não ameace; fale apenas o que você pode cumprir.
• Ser mais coerente e menos emocional, no sentido do que você fala e faz.
• Não acredite em cura. Ele estará sempre em recuperação.
• Comece a cuidar de você tenha mesmo. Talvez você tenha problemas tão importantes como o dependente químico.
• Desdramatizaçâo Emocional – Mudar o vocabulário, não carregar nas tintas,não colocar uma carga de energia muito grande nas palavras.
• Renunciar de fato a querer mudar quem quer que seja.
• Não abrir mão de mudar a si mesmo, em todas as ocasiões, para melhor.
• 3 palavras chaves no programa de tratamento : Perdão, desligamento emocional , aceitação.
CONSTATAÇÃO: VOCÊ É A ÚNICA PESSOA RESPONSÁVEL POR SUA VIDA .VOCÊ RECEBE O QUE DEU A ELA.
SE NADA MUDAR NADA MUDARÁ.
TOMANDO DECISÕES FIRMES SOBRE:
1. FACILITAÇÂO DO USO.
2. MUDANDO A MANEIRA DE AGIR.
3. FAZENDO O QUE É CERTO.
4. LIVRE PARA FAZER ESCOLHAS.
6. REJEITANDO COMPORTAMENTOS
INACEITÁVEIS.
7. TOMANDO DECISÕES DIFÍCEIS.
8 .VIVER E DEIXAR VIVER.
9 . APRENDENDO A PERDOAR.
10. ENFRENTANDO OS FATOS E SEGUINDO EM FRENTE.
HABILIDADES PARA LIDAR COM O TRATAMENTO
OPOSITORES ESPECIFICOS:
1. dificuldades x adversidades.: o pavão transforma veneno em alimento.
2. tempo : Vá com calma- se apresse devagar.- devagar vai mais depressa.
3. excesso de confiança: priorize o discernimento. Balão que enche muito se perde.
4. desesperança: encontre algo que valha a pena continuar vivendo.
5. falta de sentido existencial.
6. achar que é tarde para parar de usar.
7. ambivalência: aceitação da condição de adicto.
8. testar autocontrole: auto sabotagem X autocorrupçâo.
9. estar sendo forçado pelos outros: negação X procrastinação.
10. entediado , recaído emocionalmente: não esquecer da dor , das perdas anteriores.
11. falta de acabativa: bater na preguiça.
12. negar a necessidade do tratamento.
13. negar ajuda da equipe técnica.
14. negar a ajuda da família .
OPOSITORES ESPECIFICOS:
1. dificuldades x adversidades.: o pavão transforma veneno em alimento.
2. tempo : Vá com calma- se apresse devagar.- devagar vai mais depressa.
3. excesso de confiança: priorize o discernimento. Balão que enche muito se perde.
4. desesperança: encontre algo que valha a pena continuar vivendo.
5. falta de sentido existencial.
6. achar que é tarde para parar de usar.
7. ambivalência: aceitação da condição de adicto.
8. testar autocontrole: auto sabotagem X autocorrupçâo.
9. estar sendo forçado pelos outros: negação X procrastinação.
10. entediado , recaído emocionalmente: não esquecer da dor , das perdas anteriores.
11. falta de acabativa: bater na preguiça.
12. negar a necessidade do tratamento.
13. negar ajuda da equipe técnica.
14. negar a ajuda da família .
Balanço Existencial – Metas e Ações para mudança do estilo de vida.
Procedimento:
Para cada meta pessoal estabeleça, de acordo com seu cronograma e recursos pessoais*, as ações necessárias para alcançar seus objetivos. (*tratamentos, estudo, dinheiro, talento, trabalho, família, futuro, entre outros).
Meta 1
“Saiba que não existe problema e situação irreparável”. (W.V)
Ações .
“Nossos problemas podem ser resolvidos apenas por nós mesmos” (J.K)
Meta 2
“Se um ator muda seu papel o enr
redo segue uma nova direção”. (Autor-desconhecido.)
Ações
“Se modificarmos os meios, os fins mudarão”. (Autor-desconhecido).
Meta 3
“Se nada mudar, nada mudará”. (Autor-desconhecido).
Ações
“Você pode mudar seu destino, ninguém mais, só você”. (Autor-desconhecido).
Meta 4
“Se apresse devagar. Mude a forma de pensar e comece a realizar suas mudanças”.
Ações
“Tudo que vivenciamos é fruto de nossos pensamentos. Enquanto não modificarmos nossos hábitos, não conseguiremos alterar nossos conflitos”.
PARA REFLETIR:
1. O objetivo deste projeto é fazer o auto-enfrentamento sadio de nós mesmos, enfrentar os obstáculos em nosso cotidiano, assumir responsabilidades, realizar escolhas e tomar decisões sobre o rumo de nossas vidas.
Boa sorte vá em frente!
2. Plano de Mudança:
• Determine as metas.
• Analise as opções.
• Monte um plano com metas claras e possíveis de serem atingidas.
Nome: _________________________________________
Terapeuta de referência: _________________________
Data: _________________________________________¬¬_
Procedimento:
Para cada meta pessoal estabeleça, de acordo com seu cronograma e recursos pessoais*, as ações necessárias para alcançar seus objetivos. (*tratamentos, estudo, dinheiro, talento, trabalho, família, futuro, entre outros).
Meta 1
“Saiba que não existe problema e situação irreparável”. (W.V)
Ações .
“Nossos problemas podem ser resolvidos apenas por nós mesmos” (J.K)
Meta 2
“Se um ator muda seu papel o enr
redo segue uma nova direção”. (Autor-desconhecido.)
Ações
“Se modificarmos os meios, os fins mudarão”. (Autor-desconhecido).
Meta 3
“Se nada mudar, nada mudará”. (Autor-desconhecido).
Ações
“Você pode mudar seu destino, ninguém mais, só você”. (Autor-desconhecido).
Meta 4
“Se apresse devagar. Mude a forma de pensar e comece a realizar suas mudanças”.
Ações
“Tudo que vivenciamos é fruto de nossos pensamentos. Enquanto não modificarmos nossos hábitos, não conseguiremos alterar nossos conflitos”.
PARA REFLETIR:
1. O objetivo deste projeto é fazer o auto-enfrentamento sadio de nós mesmos, enfrentar os obstáculos em nosso cotidiano, assumir responsabilidades, realizar escolhas e tomar decisões sobre o rumo de nossas vidas.
Boa sorte vá em frente!
2. Plano de Mudança:
• Determine as metas.
• Analise as opções.
• Monte um plano com metas claras e possíveis de serem atingidas.
Nome: _________________________________________
Terapeuta de referência: _________________________
Data: _________________________________________¬¬_
As Dificuldades mais comuns para sair da Ativa.
1- Falta de informação.
2- As patologias Sociais / Drogas Licitas
3- Aceitação da Doença
4- Grau de comprometimento
5- Clinica Adequada
6- Relacionamento Familiar
7- Orgulho
8- Falta de Espiritualidade
9- Auto-Sabotagem/ Autocorrupções
10- Ausência de diagnósticos de outras comorbidades
11- Preguiça X procrastinação.
1- Falta de informação.
2- As patologias Sociais / Drogas Licitas
3- Aceitação da Doença
4- Grau de comprometimento
5- Clinica Adequada
6- Relacionamento Familiar
7- Orgulho
8- Falta de Espiritualidade
9- Auto-Sabotagem/ Autocorrupções
10- Ausência de diagnósticos de outras comorbidades
11- Preguiça X procrastinação.
Agenda de rotinas úteis e protetivas.
Gerenciamento de tempo.
Primeira crença: o motivo que leva as pessoas a não serem capazes de identificar e colocar em primeiro lugar o mais importante, é o fato de não saberem ao certo o que é mais relevante e prioritário para suas vidas .
Obscurecimento : mental , intelectual , espiritual
Segunda crença: quando fazemos primeiro as coisas primeiras, não ficamos à mercê daquilo que tem menos importância .
Discernimento , priorizações , posicionamento.
Terceira crença: na adicção por spa, a lei do equilibrista é a lei máxima. Focar na ponta da corda, para não cair, é o lema .
Vontade contencional , desejo de abstinência.
Quarta crença: ignoramos as prioridades na recuperação , por falta de clareza do que é de fato nossa crise.
Plano de metas, plano terapêutico.
PRIORIZA , agora ,5 metas por ordem de relevância , para sua recuperação:
1. ações:
2. data para começar:
3.Possíveis problemas:
4 Estratégias para superar problemas
Quais opositores.
Gerenciamento de tempo.
Primeira crença: o motivo que leva as pessoas a não serem capazes de identificar e colocar em primeiro lugar o mais importante, é o fato de não saberem ao certo o que é mais relevante e prioritário para suas vidas .
Obscurecimento : mental , intelectual , espiritual
Segunda crença: quando fazemos primeiro as coisas primeiras, não ficamos à mercê daquilo que tem menos importância .
Discernimento , priorizações , posicionamento.
Terceira crença: na adicção por spa, a lei do equilibrista é a lei máxima. Focar na ponta da corda, para não cair, é o lema .
Vontade contencional , desejo de abstinência.
Quarta crença: ignoramos as prioridades na recuperação , por falta de clareza do que é de fato nossa crise.
Plano de metas, plano terapêutico.
PRIORIZA , agora ,5 metas por ordem de relevância , para sua recuperação:
1. ações:
2. data para começar:
3.Possíveis problemas:
4 Estratégias para superar problemas
Quais opositores.
Assinar:
Postagens (Atom)